Energia elétrica residencial registrou alta de 1,53% no mês e foi um dos principais responsáveis pelo avanço da inflação, segundo o instituto.
A conta de energia elétrica foi o item que mais pressionou o orçamento das famílias brasileiras em junho, de acordo com dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O aumento de 1,53% na energia elétrica residencial teve impacto direto no Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), índice oficial da inflação no país.
O reajuste foi influenciado por fatores como alterações nas tarifas autorizadas pela Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) e pela permanência da bandeira tarifária amarela, que acrescenta custos à conta de luz em razão das condições de geração de energia.
Na prática, o aumento foi sentido por milhões de consumidores em todo o Brasil, afetando o orçamento de famílias, comerciantes, produtores rurais e empresas que dependem da energia elétrica para manter suas atividades.
Especialistas destacam que o cenário reforça a necessidade de planejamento financeiro e da busca por alternativas capazes de reduzir os gastos fixos, especialmente em um contexto de reajustes recorrentes nas tarifas de energia.
Nos últimos anos, a geração própria de energia por meio de sistemas fotovoltaicos também ganhou espaço como uma alternativa para diminuir a dependência das distribuidoras e reduzir os impactos das constantes altas na conta de luz.
O resultado divulgado pelo IBGE evidencia que os custos com energia continuam sendo um dos principais desafios para o orçamento das famílias brasileiras, especialmente em períodos de reajustes tarifários e mudanças nas bandeiras de cobrança.
Fonte: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).









